Prémio Nacional de Medicina Interna 2019 entregue a João Sá

“A excelência humana aliada à intelectual faz do Dr. João Sá uma pessoa dedicada e respeitada entre todos, um médico excecional e um colega extraordinário.”

As palavras são de Alexandra Bayão Horta, que falou do percurso de João Sá, o internista que recebeu o Prémio Nacional de Medicina Interna 2019, entregue ontem, após a sessão de abertura do 25.º Congresso Nacional de Medicina Interna.

Amiga de João Sá há vários anos e sua sucessora na Direção do Serviço de MI do Hospital da Luz, fez questão de salientar as suas características pessoais. Como explicou, “o seu curriculum é sobejamente conhecido de todos, além de estar na Internet, daí que nesta homenagem prefira destacar a sua maneira de ser e de estar”.


Alexandra Bayão Horta

Começou assim por dizer que “o Dr. João Sá é uma pessoa leal, completamente respeitável, cortês, o que faz dele uma pessoa louvável”. Quanto ao seu percurso profissional, realçou “a sua carreira muito destacada em termos clínicos, institucionais e de dedicação à MI portuguesa”.

Alexandra Bayão Horta mencionou como exemplo o trabalho desenvolvido, desde a fase de projeto, no Hospital da Luz, em Lisboa, “muito inovador, de grande envergadura, que deixa uma marca em todos os grupos de saúde do país”, enfatizou.


João Sá, Alexandra Bayão Horta e João Araújo Correia, presidente da SPMI

João Sá nasceu em Lisboa, no seio de uma família onde a tradição eram as Letras e o Direito. Mas já na adolescência, ao acompanhar de perto a evolução da doença oncológica da mãe, que veio a falecer, optou pela carreira médica. Fez a formação pós-graduada nos Hospitais Civis de Lisboa e cumpriu a especialização em MI no Hospital de Santa Marta, na altura dirigido por Carlos George.


João Sá

Com um vasto curriculum, destaca-se por ter sido presidente da Direção da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos, membro do Conselho Nacional de Ética e Deontologia Médicas da OM, presidente do Conselho Diretivo do Colégio da Especialidade de MI da Ordem dos Médicos.

Quer pela carreira como pelas características pessoais, Alexandra Bayão Horta não tem dúvidas: “Este Prémio é por demais merecido.”

Contribuir "de forma relevante" para o desenvolvimento da especialidade

Relembre-se que o Prémio distingue, pela quarta vez, "um internista que tenha contribuído de forma relevante para a divulgação, avanço científico e/ou implementação da especialidade em Portugal e que esteja ainda no exercício da especialidade". Os anteriores premiados foram Carlos Vasconcelos (2016), António Barros Veloso (2017) e Armando Porto (2018).


Carlos Vasconcelos recebeu, em 2016, a 1.ª edição do Prémio Nacional de Medicina Interna


Pode ser consultada aqui uma reportagem fotográfica completa do 25.º Congresso Nacional de Medicina Interna.

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