Centro Materno Infantil do Norte distingue-se pelo «elevado nível de diferenciação»

O Centro Materno Infantil do Norte (CMIN), integrado no Centro Hospitalar e Universitário do Porto, vai partilhar, esta semana, parte da sua experiência no CMIN Summit 2019 e promover um amplo debate sobre os "desafios da doença crónica".

A natalidade em Portugal será o tema de abertura do evento, que acontece pelo terceiro ano consecutivo. Agendada para os próximos dias 5 e 6 de julho, a reunião decorrerá no auditório do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), reunindo especialistas de todo o país, bem como alguns oradores estrangeiros.
 
Dando continuidade à alteração concretizada na edição do ano passado, o programa da reunião subdivide-se em três áreas, que decorrem em simultâneo – dirigidas, separadamente, à Pediatria, à Obstetrícia/Obstetrícia e à Enfermagem. Contudo, a sua parte inicial é comum e “aberta à sociedade”.



“O melhor feedback que pode existir são os louvores da população”

Em declarações à Just News, Caldas Afonso, diretor do Centro Materno Infantil do Norte há cerca de dois anos, sublinha que "este é um hospital de nível três, que tem a sua vocação quer na área da mulher, quer na da criança. Além disso, é a segunda maior maternidade a nível nacional."

O pediatra, que preside ao CMIN Summit 2019, reconhece o elevado nível de exigência a que toda a equipa está sujeita: "Temos uma grande responsabilidade com a população que escolhe ter aqui o parto que, felizmente, tem sido crescente, o que revela que a nossa missão está a corresponder às expectativas das pessoas que nos procuram."

Por outro lado, o responsável faz questão de frisar a excelente qualidade dos profissionais e das instalações, que “concorrem com o que de melhor se pode fazer em qualquer parte do mundo civilizado”.


Caldas Afonso

Salienta, também, o facto de estar inserido num grande centro hospitalar, "o que permite a existência de determinado tipo de serviços que esta área, por si, poderia não justificar, mas que são importantes, nomeadamente, o acesso a alta tecnologia".

“É um projeto extremamente interessante. Reunimos condições hoteleiras e técnicas únicas, o que permite que o Norte tenha um local de excelência para responder às necessidades da população “, diz.

Para o diretor do CMIN, “o melhor feedback que pode existir são os louvores das pessoas que todos os dias chegam ao Centro", elogiando a maneira como foram tratadas.

“Neste momento, o Centro oferece aquilo que era típico dos hospitais privados, como uma maior comodidade e privacidade. Distingue-se, ainda, pelo elevado nível de diferenciação, o que permite resolver qualquer questão que possa surgir relacionada com a mãe ou o feto”, acrescenta.


António Tomé e Caldas Afonso

“Temos especialistas a criar metodologias e técnicas inovadoras"

Além de Caldas Afonso, o CMIN Summit 2019 conta o envolvimento de António Tomé, diretor do Departamento da Mulher e da Medicina Reprodutiva, na qualidade de copresidente.

À Just News, o médico partilha o mesmo sentimento de grande satisfação pelo trabalho realizado pela equipa e pelos cuidados que conseguem prestar aos utentes. “Somos um centro de referência e, para tal, temos de ter diferenciação, caso contrário não nos procuram”. E acrescenta:

“Temos especialistas de reconhecido mérito nacional e mesmo internacional a criar metodologias e técnicas inovadoras. É isso que se pretende num centro académico como o nosso, que só vale se, além da clínica, fizer investigação e tiver produção científica.”

Questionado sobre os desafios para o futuro, António Tomé refere que o CMIN procura estar sempre no topo: “Fazemos parte de um centro hospitalar universitário que há quatro anos consecutivos é o primeiro entre pares do mesmo nível assistencial e o Departamento tem contribuído para esse score".

Contudo, reconhece que tal obriga a que sejam tomadas determinadas medidas "com vista a que possa estar sempre na vanguarda, como enviar os profissionais para os melhores centros internacionais onde se faz a grande inovação."



Não há dúvidas em relação à qualidade das instalações e ao conforto que as mesmas proporcionam à população. “Os pais dos bebés podem pernoitar com as mães e os filhos recém-nascidos, o que é uma mais-valia”, destaca sublinhando que o CMIN consegue oferecer o mesmo que os hospitais privados, com toda a diferenciação técnica de diagnóstico e terapêutica que muitos privados não possuem.

“Temos cuidados intensivos que alguns privados não têm; urgência a funcionar 24 sobre 24 horas, com todos os meios de diagnóstico; equipas multifuncionais que podem resolver qualquer situação”, enumera António Tomé.

E acrescenta: “A nossa política vai muito no sentido de o doente não estar exposto, de estar no seu espaço reservado, de conforto pleno e, se possível, junto aos seus familiares.”

O programa do CMIN Summit 2019 pode ser consultado aqui.


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