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Dia Mundial do AVC: Ipsen lança campanha «Espasticidade: a sequela não esperada»

Este sábado, dia 29 de outubro, a Ipsen, uma empresa biofarmacêutica "centrada na inovação e cuidados especializados", lança a campanha Espasticidade: a sequela não esperada.

O objetivo é claro: "Coincidindo com o Dia Mundial do AVC, uma doença cerebrovascular que, apenas em Portugal, afeta 42 pessoas a cada dia, a Ipsen quis consciencializar sobre a espasticidade, uma das sequelas mais comuns, mas mais desconhecidas, que aparecem após um AVC." A explicação é dada por Aurora Berra de Unamuno, diretora-geral da Ipsen Iberia.

Em declarações à Just News, a responsável destaca a urgência da iniciativa: "É importante compreender que o cuidado precoce é a chave para detetar esta sequela e tratá-la atempadamente, e reduzir ao mínimo as possíveis limitações funcionais que podem interferir na vida diária e afetar a qualidade de vida das pessoas afetadas."


Aurora Berra de Unamuno

"Rigidez e resistência ao alongamento muscular"

Indicando que "pelo menos um em cada três sobreviventes de um acidente vascular cerebral (AVC) apresenta espasticidade durante o primeiro ano após a sua ocorrência", a campanha presta um conjunto de esclarecimentos, desde logo, que a espasticidade consiste "numa série de contrações permanentes de certos músculos que se manifesta como rigidez e resistência ao alongamento muscular".

A espasticidade tem uma prevalência de "entre 30 a 80%", podendo tornar-se uma sequela crónica, até porque se desenvolve gradualmente, "semanas ou mesmo meses após um AVC".

Equipa multidisciplinar


Sendo um processo complexo, a gestão da espasticidade requer uma equipa multidisciplinar composta, entre outros, por médicos especialistas (em medicina física e de reabilitaçao, neurologia, geriatria, ortopedia...), enfermeiros, terapeutas (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional...).

O tratamento da espasticidade inclui a combinação de várias modalidades de fisioterapia, terapia ocupacional, tratamento farmacológico (toxina botulínica, medicação oral, medicação intratecal, neurólise com fenol) e cirurgias (cirurgia ortopédica e neurocirurgia). O aconselhamento e apoio a doentes, familiares e prestadores de cuidados devem ser sempre considerados.

Em linhas gerais, os principais objetivos do tratamento da espasticidade são: melhorar a funcionalidade (marcha e mobilidade geral, equilíbrio e postura sentado e transferência para a cadeira ou para a cama) e melhorar a qualidade de vida e o nível de bem-estar do doente (alívio da dor, melhoria da qualidade do sono, 


A campanha alerta especificamente para algumas das principais consequências da espasticidade:

  • Limita a mobilidade, afetando, por exemplo, a deslocação, a movimentação na cama ou a facilidade em sentar-se.
  • Produz dor, espasmos e contrações.
  • Favorece o aparecimento de lesões na pele por pressão (chagas, úlceras…).
  • Limita a destreza (comer, vestir-se, manter a higiene, escrever…)
  • Favorece a deformidade articular (no braço, cotovelo, pulso, mão e perna) limitando o movimento


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